Sunday, 3 January 2010

Mi amigo WILL




Nadie vive sin amigos.
Por más que los sueños intenten engañar la realidad, posando silenciosamente en nuestros corazones eternamente carentes y aniñadamente exigentes, nosotros precisamos de alguien que nos entienda, que hable nuestro lenguaje, que nos oiga y que principalmente nos lea.
Y fue así a través de la lectura, que nuestros líricos espíritus se tornaron indelebles en las páginas virtuales de nuestros propios silencios.
Es así que nuestra amistad será más que un poema y mucho más que una foto.
Es así que nos propagaremos a través de nuestro amor.
Amor de amigo...Mejor amigo!




Gracias, de corazón, a los lindisimos poetas que compusieron esos, nuestros inefables momentos de lirismo, sentimiento y amor.

Portugués


Ninguém vive sem amigos.

Por mais que os sonhos tentem enganar a realidade, pousando silenciosamente em nossos corações eternamente carentes e meninamente exigentes, nós precisamos de alguém que nos entenda, que fale a nossa linguagem, que nos ouça e que principalmente nos leia.

E foi assim através da leitura, que nossos líricos espíritos se tornaram indeléveis nas páginas virtuais dos nossos próprios silêncios.

É assim que nossa amizade será mais que um poema e muito mais que uma foto.

É assim que nos propagaremos através do nosso amor.



Obrigado, de coração, aos lindíssimos poetas que compuseram esses nossos inefáveis momentos de lirismo, sentimento e amor. Amor de amigo. Melhor amigo...



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Mon frére Stephanie...


L'amitié
(Paroles: Jean-Max Rivière. Musique: Gérard Bourgeois 1965 © 1965 - Disque vogue )

Beaucoup de mes amis sont venus des nuages
Avec soleil et pluie comme simples bagages
Ils ont fait la saison des amitiés sincères
La plus belle saison des quatre de la terre

Ils ont cette douceur des plus beaux paysages
Et la fidélité des oiseaux de passage
Dans leurs cœurs est gravée une infinie tendresse
Mais parfois dans leurs yeux se glisse la tristesse

Alors, ils viennent se chauffer chez moi
Et toi aussi tu viendras

Tu pourras repartir au fin fond des nuages
Et de nouveau sourire à bien d'autres visages
Donner autour de toi un peu de ta tendresse
Lorsqu'un autre voudra te cacher sa tristesse

Comme l'on ne sait pas ce que la vie nous donne
Il se peut qu'à mon tour je ne sois plus personne
S'il me reste un ami qui vraiment me comprenne
J'oublierai à la fois mes larmes et mes peines

Alors, peut-être je viendrai chez toi
Chauffer mon cœur à ton bois...

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Saturday, 2 January 2010

Why have I lived for?



" Three passions, simple but overwhelmingly strong, have governed my life: the longing for love, the search for knowledge, and unbearable pity for the suffering of mankind. These passions, like great winds, have blown me hither and thither, in a wayward course, over a deep ocean of anguish, reaching to the very verge of despair.

I have sought love, first, because it brings ecstasy -- ecstasy so great that I would often have sacrificed all the rest of life for a few hours of this joy. I have sought it, next, because it relieves loneliness -- that terrible loneliness in which one shivering consciousness looks over the rim of the world into the cold unfathomable lifeless abyss. I have sought it, finally, because in the union of love I have seen, in a mystic miniature, the prefiguring vision of the heaven that saints and poets have imagined. This is what I sought, and though it might seem too good for human life, this is what -- at last -- I have found.

With equal passion I have sought knowledge. I have wished to understand the hearts of men. I have wished to know why the stars shine. And I have tried to apprehend the Pythagorean power by which number holds sway above the flux. A little of this, but not much, I have achieved.

Love and knowledge, so far as they were possible, led upward toward the heavens. But always pity brought me back to earth. Echoes of cries of pain reverberate in my heart. Children in famine, victims tortured by oppressors, helpless old people a hated burden to their sons, and the whole world of loneliness, poverty, and pain make a mockery of what human life should be. I long to alleviate the evil, but I cannot, and I too suffer. This has been my life. I have found it worth living, and would gladly live it again if the chance were offered me."

-Bertrand Russell (Prologue to Russell's Autobiography, 3.25.1956, Image: Passport, 1919) "The 20th Century's most important liberal thinker, one of two or three of its major philosophers, and a prophet for millions of the creative and rational life. He was born in 1872, at the height of Britain's economic and political ascendancy, and died in 1970 when Britain's empire had all but vanished and her power had been drained in two victorious but debilitating world wars. At his death, however, his voice still carried moral authority, for he was one of the world's most influential critics of nuclear weapons and the American war in Vietnam." -The Bertrand Russell Gallery

Reproduzo para vosso deleite!

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Garota de Ipanema...

Salvo melhor juízo e se não me falha a memória, Vinicius de Moares cantarolou e imortalizou a carioca Helô Pinheiro, hoje ainda uma belíssima quase bisavó , como a Garota de Ipanema. Escutei essa música no estrangeiro e a melodia remota sempre à cultura genuinamente brasileira em vários cantos do mundo. É lindo ver um estrangeiro cantarolar peça tão linda do nosso repertório e Ipanema tem mil sotaques, internos e externos! Há gente muito feita, gente muito bonita, enfim, há muita gente...E muitas garotas! Dificil ver uma bela desacompanhada nessas paragens. Essa estava. Captei sua imagem sem pedir licença...Ela olhava o mar de Ipanema, silenciosa. E eu olhava o mar de Ipanema e ela, também silencioso, do alto da pedra do Arpoador... Fiquei a imaginar porque ave tão bela estava sozinha...E ai mil histórias passam pela minha cabeça assaz criativa desde a mais tenra idade...Lá pelas tantas, já indo embora, cruzamos olhares de descuido e ao mesmo tempo de cuidado...Não falei que roubara a foto mas deu vontade de dizer que lhe escreveria um poema, se pudesse...Não sendo poeta, registro essa pessoa linda e silenciosa cá no blog... Sei que é dificil de acreditar, mas de longe percebi que ela também é linda por dentro e que talvez estivesse ali a remooer uma dor, um amor que se foi... Volto lá pelas mesmas razões e o mar sempre me aconselha a seguir em frente...Só não sei se alguém me observa ou se tira fotos minhas...Pouco se me dá. O que vale é o momento, temperado na saudade... de quem foi e de quem virá!

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Rio 40 graus...


As chuvas de verão têm vindo avassaladoras e se anteciparam, pois oficialmente o verão só começou cá debaixo do equador no último dia 21/12. Vindo de uma São Paulo assustada com tanta água e bairro alagados, agora é vez das cidades encravadas nas encostas da belíssima mata atlântica (ou o que restou dela) sofrer com deslizamentos e mortes. Não, não falarei de aquecimento global e outros quetais, pelo menos desta vez! O meu dia de hoje foi lindo e ensolarado como nunca. Saímos a fazer o tradicional circuíto Copacabana/Ipanema/Leblon e o passeio foi esplendoroso! Um sol de lascar torrava a pele de milhares de nativos e turistas nas lindas praias cariocas, todos arrepiado de calor e de tesão pela vida! Nascido branco como uma vela , na adolescência bem que arrisquei-me à exposição solar, pelo deleite de ficar com a marca da sunga, que ao final sumia sem ninguém ver. Puro fetiche! Hoje, já homem feito e achando uma loucura o que vejo nas praias, faço minhas caminhadas em horas prudentes, apenas a observar a imensidão aquática, vestido dos pés à cabeça e com protetor solar no máximo. Evidentemente, como observador contumaz da natureza e seus viventes, aqui acolá limpo os olhos com corpos sarados, peitos empinados e bundas ao vento. Como o verão acabou de dar o ar da graça, o que mais gosto de observar não são malhados e malhadas. Hoje vi muita gente comum, que não tinha preconceito em mostrar banhas e arrebaldes...A midia e a propaganda propagam o corpo magro e esquálido... Não sei não, prefiro a celulite espontãnea à gordurinha enxertada em local próprio, ou ao grito enganador do botox e das plásticas... Mas nada disso importa. Praia lotada é sempre bom de se ver...Mesmo que aqui acolá olhos desavisados se deparem com visões do inferno! O que é isso, gente? A praia é de todos! Cachorro não. Deixe sua carência e seu bichinho em casa. Bons mergulhos e não esqueça o protetor solar!


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Celerium et taedium vitae...




No segundo dia da melhor década da minha vida, que será aquela onde adentrarei na dita "midle age" , acordo como que enebriado pela chama de uma doce e sutil fome de viver...O sono foi leve porém tranquilo...E pela primeira vez em meses o travesseiro me foi leve no avassalador calor tropical de São Sebastião do Rio de Janeiro...A cá, da janela prestimosa, pode-se ver montanhas e muito verde...O sol é sempre um espetáculo à parte e hoje a caminhada será à beira mar. Hei de tomar mais cuidado com o azedume da minha pele pálida, pois o recaldo do último passeio Leblon/Arpoador vejo ainda hoje nas minhas canelas agora descansadas...Bolhas e pele se soltando...Ah, que a pele morta se vá modorrenta e dê espaço a células novas...Novas,! Será? Eu ouvi dizer que a decrepitude celular começa por volta da terceira década de vida...Então essa nova pele que vem depois do escamamemto da pele nova, nada mais é que reserva... Os anos vem e vão e a gente não se dá conta de muita coisa simples que explicariam fácil fácil os mistérios da vida...A pele que se foi, nunca voltará... E as pessoas da vida sua, as que se vão como uma chuva de verão, será que voltam? Nem sempre. Talvez muito raramente. Alguns fazem falta um certo tempo, a bem da verdade. Outros, você simplesmente deixa se esvair...Deixa desaparecer nas esquinas da vida. Esses tais com certeza não estavam em sua sintonia e em privilégio sútil, vampirizaram sua existência...Quer saber? Valorize os que lhe são caros e que você sabe que estarão consigo para o que der e vier...E esses, leitor amigo, você conta nos dedos de uma mão. O resto é palha que o vento leva... Tenho dito. Hora de me fazer sorridente para minhas contemplaçoes e caminhadas...

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Friday, 1 January 2010

O primeiro...




E eis que o primeiro dia da nova década já se foi...Andamos quilometros pela Lagoa Rodrigo de Freitas e houve muito tempo para meditações diante da tão sempre espetacular natureza. O Cristo se revelava de qualquer ângulo num céu de impoluto azul. O mesmo já não se pode dizer da Lagoa...Tanta sujeira, tanto restos humanos...O meu melhor achado nesse lixaral foi uma garrafa de chandon vazia... Pode não dizer nada, mas diz muito. Beber chandon é chique e até divino para alguns...Mas a garrafa vazia, largada numa calçada diz muito mais...Não foi um momento que passou, mas uma vida, uma história...A garrafa vazia talvez signifique o passado...O nectar sorvido com certeza uma comunhão, um compromisso com a esperança de um futuro promissor, ao menos até que a finitude bata à porta. Engraçado essa coisa da finitude. Ninguém aceita...Mas de nada adianta. Verdade seja dita, tudo tem seu prazo de validade, mas no meu caso, é certeza plena que estou é longe de ser abandonado como uma garrafa de chandon vazia! Eu aqui falando em vinho caro, mas também deparei-me com garrafas de cachaça das mais ordinárias, vodca vagabunda e latas de cerveja...A sujeira dos dias! Frutas e restos de comida. Lembro-me a filosofar que quando o corpo processa tudo, a excreção há de ser feita pelas mesmas vias em todos os viventes e um champanhe caro ou a comida do restaurante da moda não sairão com perfume diferente nos que comeram a farofa trazida do suburbio para o fogaréu de Copacabana!!! O que esse povo faz depois que os fogos se apagam? Imagino o desespero da volta para casa...Enfim, que se lhes faça valer o brilho da esperança em dias melhores. Há quem acredite que eles sempre virão! Tenho dito...





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Que venha 2010 !



Preparando-me para minha salutar caminhada de primeiro dia do ano, como faço a décadas, penso: doce ilusão pensar em recomeços e vida nova...Eu tenho é uma vida velha e surrada, que a cada ano prometo recauchutar...Longe de sentir-me velho e usado como um par de sapatos já sem salto de tanto gasto...O fardo das memórias é grande. As boas superam as ruins, é claro, e o saldo é sempre pra lá de positivo...Mas como eu dizia, não há recomeço...Chegamos até aqui, a algum ponto, a algum porto sabendo que a vida é assim: no final das contas, somos todos uma ilha, ou num mínimo um navio encalhado...Encalhado sim, o que é bem positivo. Pior seria se fosse nafraugado...Tudo bem que o fundo do mar tem seus encantos e a ciência quase que prova que viemos da água...Mas pagamos o preço da tal de evolução e há muito não temos guelrras...Temos pulmão e cérebro, este indomável desconhecido que nos comanda na dor e na alegria... Ah, inventaram também de dar significado especial ao músculo bomba chamado coração... Na dança dos ventrícolos, esquerdo e direito, há o átrio... E mandando em tudo isso, está o poderoso cérebro! Lá está o comando de operações! Beltrano uma vez disse em espasmo gozoso: "Ano Novo, Vida Nova, o quê...A única coisa que muda são os sapatos " . Isso quem pode comprar sapatos... Já não me declaro tão pessimista! Percebo da minha ilha ou do meu navio naufragado, que aqui acolá tenho porto seguro. Ai repenso: amigos, familia...Ah sim, pode ser que a tal de felicidade exista!!!


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Thursday, 31 December 2009

A que viestes?




"Descobrir linhas de simplicidade na silhueta dos seres conviventes é trabalho microscópico. Certos sinais só são perceptíveis quando se faz jornada através dos multicosmos dispostos no interior de um amigo. Não é difícil perceber as linhas da idade, da dor, do contentamento, da indisposição, e de tudo que o corpo ajuda a evidenciar conforme os amigos se prestem às experiências. Mas se foi simplicidade a palavra primeira, é ela que devo associar ao companheiro Gil. Nem ele mesmo sabe de onde vem tanta doação, tanto abandonar-se em nome de um viver alheio. E não é um "viver o alheio" (vá que seja vez por outra - mínima, diga-se - e quem não o faz?), é um "viver pelo alheio". É partir a bolacha ao meio e entregar o pedaço menos quebradiço, e ainda soprar os farelos do colo do outro. Eu bem pretendi usar léxicos mais rebuscados, mais raros como é ele, mas não é o real retrato da coisa toda. A figura que se forma pra mim é a de um moço que abre os braços pra tardes animadas e adormece durante a chuva... "


Sr. BELTRANO, em tarde cinzenta de domingo Paulistano...



Neste blog deixarei minhas impressões "sobre" e "para" o mundo...Admito grande influência de iluminados , a citar apenas dois grandes da literatura brasileira e portuguesa...Machadinho e Eça! Não com a maestria desses, mas sob suas diletas influências, tentarei falar da vida e também compor tipos inesquecíveis. Tudo para vosso deleite, amado leitor!... Afastemos pois o tédio de vossas existências, para que a mesma não se faça inútil, como a minha!


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I am one of those guys with a fat address book - maybe because all my friends tell I'm charming and clever! But as far as I´m concerned, friendship is a club of seven people which was fully by the time I was 25. We all share the same interests, and we don´t make any demands on one another in emotional terms - which is something I would avoid like the plague. It´s not that I don´t like making new friends easily...They have to cativate me at first...We all grew up in the same social, professional and geographical world that we now occupy as adults. The group of seven offers me as much security and intimacy as I require!